quinta-feira, 16 de maio de 2013

Azeite: o óleo da vida!


Os azeites são elementos básicos e, ao mesmo tempo, sofisticados na alta gastronomia. Presente em inúmeras variedades de receitas, o óleo de oliva representa uma opção de vida saudável em todas as culturas adeptas. E, não é por menos, este ingrediente nos oferece muito mais do que o aroma e o sabor que dá aos alimentos. Ele é bom para a vida!

Segundo diversas pesquisas, o azeite reduz o nível do colesterol prejudicial no sangue e melhora a digestão das gorduras no intestino. Populações que usam o azeite como a gordura principal, utilizada nos pratos habituais, apresentam menor incidência de doenças cardiovasculares. A produção de olivas também colabora com as notícias positivas sobre o consumo de azeite, no âmbito da sustentabilidade. Elas contribuem para diminuição da desertificação das terras produtivas da costa mediterrânea.

A utilização do azeite de oliva na cocção de alimentos deve-se ao fato de que este óleo é mais resistente às altas temperaturas e tem o “ponto de fumaça” mais alto, como dizem os especialistas. Ele queima os alimentos somente acima de 220° de temperatura. Enquanto o limite da maioria dos tipos de óleos é 180°, que degrada mais rapidamente as propriedades de ambos (óleo e alimento). Por esses e outros motivos, leve o sabor apurado e a leveza dos Azeites Gourmets para sua cozinha e se alimente com saúde!

Quentinha. As Éfis estão com um novo parceiro! O maior portal de azeites gourmets de Portugal no Brasil: Companhia do Azeite! Acesse e conheça os melhores azeites extravirgens de Portugal!


Saudações Gastronômicas,

Flávia Lommez

domingo, 7 de abril de 2013

Ficha de Ponto: bom para os dois lados!

Uma das maiores dificuldades de um restaurante é manter o controle de horas trabalhadas dos empregados como a quantidade de horas extras ou horas perdidas de trabalho. Por isso, uma das formas mais eficazes, além do ponto eletrônico ou digital, é a ficha de ponto. E foi pensando nisto que elaboramos uma ficha prática de controle que tem por objetivo ajudar aos patrões e funcionários estabelecer padrões e rotinas, para que nenhum dos dois saia no prejuízo.

Quentinha.  É importante que se criem alternativas para que o seu negócio cresça a longo prazo, facilitando assim, a vida do empregado e do empregador.

Ao Empregador. Quem quer qualidade e eficiência não pode se fingir de morto aos dias de falta de um funcionário ou o dia que ele chega tarde, pois o trabalho não feito acarreta aos outros funcionários, fazendo com que eles trabalhem com insatisfação ou feito um robô, lembrando que o dinheiro pago ao funcionário é prejuízo se ele não produz.

Ao Empregado.  Quem quer satisfação e reconhecimento no trabalho, não pode deixar seus direitos de lado, pois, a desorganização acarreta insatisfação e desânimo no emprego, fazendo com que a história de “vestir a camisa” da empresa seja esquecida e propicia a baixa estima e todas as consequências dela.
Por isso, as Éfis resolveram unir forças e fazer uma ficha de ponto, para servir de inspiração aos restaurantes!






Saudações Gastronômicas,
Fernanda Stoffel

sexta-feira, 22 de março de 2013

A tradicional Torta Capixaba

A Torta Capixaba é um prato importante da culinária de nossa terra. Prato típico na semana santa, a receita teve várias mudanças, mas a essência continua a mesma, com sua base feita de frutos do mar. Nós, as Éfis, fizemos para vocês uma ficha prática para imprimir, fazer e guardar.


Apreciem sem moderação.

Beijinhos e até a próxima.
Fernanda Stoffel
Você sabe harmonizar a Torta Capixaba com um azeite certo?


Páscoa: Dicas para usar o azeite nesta época



A páscoa se aproxima e muitos, como em minha família, fazem do momento maravilhas na cozinha. Nesse período, o consumo de carne é suspenso pela maioria católica e entram em cena as receitas com bacalhau e outros peixes. Além das tortas vegetarianas.

Aproveitei o momento para publicar algumas dicas do especialista em Azeite, Paulo Freitas, na entrevista a seguir:

Flávia Lommez. Qual o tipo de azeite você sugere para usar nas diversas receitas de tortas de bacalhau e nas de legumes, por que?

Paulo Freitas. O período da páscoa é o principal momento de consumo de azeites, pois é muito utilizado na elaboração de pratos a base de peixes, frutos do mar e vegetais, com os quais se harmoniza muito bem, conferindo aos pratos aromas e sabores deliciosos.

Minha sugestão baseia-se no fato de que as características de aromas e sabores presentes no azeite utilizado em uma receita culinária, não devem sobrepujar as características sensoriais típicas daquele prato, mas sim realçar os sabores e aromas do prato.

Dentro deste contexto, minha sugestão para tortas vegetais é que sejam utilizados azeites com características mais suaves de amargor e picância, os chamados “azeites doces”, com intensidade de aromas suaves e maduros. Estes azeites possuem aromas que lembram amêndoas, nozes e tomates vermelhos.

Para a utilização na torta de bacalhau, que é um prato que tem em seus componentes um alimento “curado” pelo sal (bacalhau), aromas fortes dos frutos do mar e coentro, recomendo azeites com maior intensidade de aromas (frutados), que tem o aroma e o gosto similares ao da azeitona madura.

O frutado do azeite deve ser proporcional a intensidade do próprio alimento, ou seja, quanto mais curado, mais aromático, mais carregado de especiarias, mais frutado deve ser o azeite utilizado. Mas, esse tipo de alimento também aceita - quando o sal, o aroma ou as especi arias forem de razoavelmente perceptíveis a muito perceptíveis – uma nota picante, ou seja, que produzam uma sensação de queima e pungência na garganta. Ao contrário, sal, aromas e especiarias sutis seriam facilmente obscurecidos por um azeite com notas picantes.

Flávia Lommez. E para combinar com a receita da típica torta capixaba (bacalhau e palmito), a queridinha do Espírito Santo.

Paulo Freitas. A minha preferência é com azeites portugueses da variedade galega ou oriundos da região do Trás-os-Montes e azeites italianos da região da Sicília. Como mencionado acima, para este prato, uma nota picante também pode agradar a quem aprecia um azeite mais marcante, como o azeite espanhol da variedade de azeitonas picual.

É importante realçar que a preferência por um determinado tipo de azeite é definido pelos gostos pessoais de cada um e que não há o “melhor azeite”, mas aquele que agrada mais cada pessoa.


Flávia Lommez. Sobre a sua experiência com azeites, quais são os mais preciosos ao paladar?

Paulo Freitas. Particularmente, me agrada muito azeites que apresentam as três características sensoriais importantes em um azeite, que são o frutado (o aroma do azeite), o sabor amargo e a nota picante, que dependendo da combinação das suas intensidades e características, proporcionam a valorização dos sabores dos pratos.

Dentro dos pratos que estamos avaliando, nas tortas de vegetais, me agrada muito azeites portugueses que contém a variedade de azeitona galega e azeites espanhóis com a variedade arbequina.

As Éfis agradece muito a sua participação, Paulo Freitas, escreva sempre que puder! Obrigada! E a todos,


Boa páscoa!

Flávia Lommez