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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Comer fora está mais caro no Brasil!

 A alimentação fora de casa movimenta a economia nacional e possibilita a existência de milhares de restaurantes no país, mas agora está pesando no bolso dos brasileiros. Segundo pesquisa realizada pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), o preço aumentou em 14,32% em 2010.

O Sudeste fica com a cota mais cara para se alimentar fora, com um preço médio de R$ 22,19, contra R$ 19,96 no Norte, R$ 18,95 no Nordeste e R$ 18,20 no Sul. Assim, só os trabalhadores que recebem a partir de R$ 10 de voucher ou tíquete refeição/alimentação conseguem almoçar fora o mês completo se comerem cerca de 500 gramas de comida ao dia.

Em Vitória (ES), um restaurante próximo à prefeitura cobra R$ 39,00 o kilo no self-service. Os que não possuem renda suficiente para acompanhar os altos preços, optam pela marmitex que custa cerca de R$ 6,00. Quando bem elaborada e embalada é uma ótima opção para economizar!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Slow Food: a favor da ecogastronomia!

Imagina a cena... Você está em um pequeno vilarejo de Minas Gerais, irá encontrar-se com uma antiga amiga da família. Lembra logo: hmmmm... vou comer aqueles deliciosos pães de queijo típicos da região. Com aqueles ingredientes caseiros e massa gostosa como só se acha por aqui...

Daí, entra na casa da Dona Flor, senta-se à mesa para lanchar e uma surpresa: ela tira um saquinho de pão de queijo do congelador, embalado e importado de outro estado, e coloca os pequenos pães de queijo no tabuleiro com um sorriso conformado e vencido pelo mundo fast food.

Se brincar, você irá descer a rua principal da vila e se deparar com uma lojinha do Mac Donalds! Tá, exagerei... desculpe!

Mas a ideia é essa, os fast foods atacaram o mundo e mudaram a logística de produção. O que poderia ser feito manual em casa é manipulado em grandes indústrias poluidoras e exportado direto para o seu congelador!

Essa tendência, que vem se consolidando há anos e destruindo a cultura local gastronômica, padroniza alimentos e os deixa cada vez menos saborosos e saudáveis. Assim, surge em 1989 um movimento que já conta com mais de 100 mil adeptos: o Slow Food.

O que é o Slow Food

O movimento Slow Food chegou no Brasil pelo Rio de Janeiro, pelo primeiro Convivium instalado, como chamam as entidades fundadas. Segundo conta a vice-presidente do Instituto Maniva, Margarida Nogueira, cujo instituto segue os princípios do Slow Food, "o Slow Food é um movimento internacional que defende o prazer de comer bem, defendendo a biodiversidade. Começou em Piemonte, na Itália, com a participação de 20 países. Em Paris, o movimento se tornou internacional", explica.

A ideia principal é valorizar aquilo que se tem por perto, produzido por quem se confia e manipulado de forma saudável, à extrair o máximo de sabor daquele alimento. Isso porque, últimas pesquisas informam que os alimentos estão se tornando cada vez mais nocivos à saúde do planeta. Acreditem: os agrotóxicos poluem mais que veículos automotivos, segundo pesquisa divulgada pela revista Super Interessante do mês passado (dez/2010).

Tendência. O assunto está tomando proporções na mídia e, como descreve o engenheiro ambiental e diretor do projeto Comida Ecológica, Daniel Francisco de Assis (2009)*, "alimentar-se de forma ecológica é agir com consciência de uma forma abrangente".

Daniel frisa sobre a importância dos alimentos orgânicos e como está cada vez mais aceito. "O movimento orgânico vem crescendo e ocupando cada vez mais o lugar de destaque nas prateleiras dos supermercados. É uma tendência mundial, mas no Brasil ainda está muito lenta. (...) Ele respeita a terra e tem uma produção lenta, que deve ser local, ou seja, nada melhor que comer produtos orgânicos", afirma o pesquisador.

*Fonte:
www.slowfoodbrasil.com
http://super.abril.com.br/alimentacao/lado-escuro-comida-614494.shtml
ASSIS, Daniel Francisco. Suco Vivo. São Paulo: editora alaúde, 2009.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Novo piso salarial é R$ 558, no ES

O site oficial do Sindbares anuncia novo acordo entre o Sindbares/Abrasel-ES e o Sintrahoteis.

Segundo o sindicato, o piso salarial para trabalhadores do setor de bares, restaurantes e similares passa a ser R$ 558,00 desde o mês passado (dez/2010). Além disso, para quem recebe acima do piso foi reajustado em 7%.

Segue a tabela com o piso de cada função, segundo o reajuste:


Fique em dia com seus funcionários, eles são a alma do seu negócio! Até breve...

Flávia Lommez